domingo, 24 de abril de 2011

Divulgações!

Salve galera! Estou fazendo o post correndo, são quase 22h da noite. E como não tem como escrever algo muito bom em tão pouco tempo, então vou colocar aqui algumas coisas legais que vi em alguns blogs internet a fora.

Primeiro de tudo, meu Tumblr. Como eu faço um curso na faculdade, eu resolvi fazer esse tumblr para unir duas paixões minhas em um lugar só. Anda meio abandonado, mas também tem muita coisa pra fazer!

http://letrasegames.tumblr.com/

Agora um texto que eu achei em um blog novo! O "Ser Nerd É Sexy"! Gostei muito do blog e esse post foi muito bem feito! Dá uma olhada.

7 coisas que aprendi jogando videogame


Muita gente acha que videogame é só entretenimento, só porrada, apenas uma sequência de triângulo-xis-bola-quadrado. Esses são os mesmos limitados que crêem que “um filme é só um filme”, e não conseguem absorver da genialidade do diretor lições passivas de vida. Aliás, esse deve ser o mesmo tipo de gente que perdeu a habilidade de reconhecer cenas oníricas nas nuvens e o humor pueril da Turma da Mônica, mas divago.
Voltando ao videogame e às lições de vida que tiro a partir de certos jogos: isso se dá simplesmente por transformar a experiência de detonar um jogo em arte. Não é fanatismo, não é delírio psicótico, é apenas enxergar a beleza e complexidade de algo tão corriqueiro e prazeroso quanto segurar um joystick e dançar de acordo com a música. Vamos lá:
1. Timing certo = grandes chances de acertar o pulo.
Aprendi isso no primeiro Sonic que peguei. No videogame, essa é a grande mágica do acerto: observar os movimentos e saber quando e por onde avançar. Me lembro de jogar com a minha irmã aquelas fases clássicas dos jogos antigos, em que você está em uma plataforma, e tem que pular em outra que fica indo pra lá e pra cá. Normalmente elas aparecem em sequências, com diferentes velocidades. Algumas caem depois de algum tempo que você pula nelas. Logo nas primeiras fases a gente pegou a manha do timing. Apareciam trechos de plataformas em movimento e automaticamente nós duas contávamos em voz alta o timing pra pular.
Engraçado que é a técnica mais básica para superar os desafios dos jogos, mas eu apanhei HORRORES no Shadow of the Colossus porque me esquecia do timing. Eu via aquele monstrão gigante, e eu tão pequenininha agarrada no dedão do pé dele, com mais 98329 metros de monstro pra escalar caçando os cabelinhos pra me segurar, que eu entrava em pânico. Foi lá pelo quinto colosso que adaptei o um-dois-PULA pra segura-segura-segura… escala-escala-escala. Até aquele monstrão todo tinha um ritmo de sacudir e se acalmar, sacudir e se acalmar.
Na vida real, a situação é mais complicada, pois os eventos externos não são fruto de uma codificação computadorizada. Tais fatores externos são, em sua maioria, imprevisíveis. Você não tem o absoluto controle da situação, você não é o protagonista, você não tem missões e objetivos claros na maior parte das vezes. Ainda assim, o timing é peça fundamental pra fazer as coisas andarem direito: você precisa observar os movimentos, ainda que imprevisíveis, pra calcular seu pulo. É mais fácil de acertar se você souber que está a barlavento. Estando-se a sotavento, é melhor contar até dez –ou até cem, se for preciso- pra não cair e perder metade da sua energia e DE QUEBRA voltar para o início da fase. Piora ainda se for uma fase difícil, mas aí paciência, porque…
2. Não importa quão difícil seja a fase: continue jogando que uma hora ela acaba.
Uma das diferenças óbvias e infelizes entre games e vida real é que no primeiro tem-se uma gama de imensa variedade de jogos, estilos, gêneros e categorias. Se se cansa de um, basta largar pela metade e jogar outro. Com a vida real, não. Imagine que sua vida é o único jogo que você DEVE detonar, no qual você PRECISA chegar ao final. O problema é que não dá pra largar pela metade. Quem me dera, né. Se você não gosta dessa fase em que está, ou você dá o seu melhor para conseguir um level up e sair dela ou desiste do jogo, o que na vida real equivale a se jogar de uma ponte ou enfiar um revólver na boca e atirar (por favor, não faça isso, Jesus te ama, amém).
Esse é SEU jogo, amiguinho. Se a fase tá difícil, não existe opção, exceto segurar firme no joystick e continuar jogando. Uma hora ela acaba.
Pra mim, que tenho um espírito incansável de Xena, passar dessas fases é a coisa mais deliciosa ever, já que outra coisa que aprendi com games é que…
3. Quanto mais difícil uma fase, mais gostosa é a sensação de terminá-la.

Quando tô numa fase difícil, dou bufaradas de exasperação, xingo, chuto, arranco cabelo, quebro joystick (só no supracitado Shadow of the Colossus foram QUATRO joysticks arremessados ao chão e feitos em pedaços) e mal consigo respirar. Entretanto, ao terminar tais fases, eu literalmente eu URRO de prazer e satisfação. É, eu sou uma pessoa tanto quanto passional.
Fase fácil é divertida mas é meio morna, não me dá tanto tesão. É tipo “oh, ok… pula ali, arremessa uma bomba ali, mata aquele chefão com o poder mágico e acabou”. Quando eu joguei God of War, as melhores sensações que eu tinha era quando eu conseguia matar um chefão, e passava pra próxima fase com um tiquinho de energia/mágica, capenga, mas VITORIOSA. Dava vontade de sair gritando pela casa I’M THE FUCKING GHOST OF SPARTAAA!
Superar desafios difíceis é uma coisa orgasmática. Eu sei que cansa, mas quanto mais difícil foi, mais eu xinguei e sofri, melhor é a sensação de vitória. Em 1:40 sou eu quando terminei Shadow of the Colossus…
This part of my life… this little part… is called HAPPINESS.
É preciso o amargo pra apreciar o doce, né?
4. Os objetivos mudam de acordo com o desdobramento da história.

Eu tenho pavor daquele papo de “estou me fodendo pra ser atriz/modelo/jogador de futebol porque desde criança é o meu sonho”. Ah, vá! Então quer dizer que em 20 anos cê nunca viu o futuro de outro jeito, nunca sequer cogitou a possibilidade de que sonhos infantis nem sempre regem o futuro?
Não estou dizendo que deve-se desistir de objetivos aparentemente inalcançáveis, mas há de se dançar conforme a música que está regendo a sua vida. A história muda, o cenário muda, seus objetivos mudam. Por exemplo, desde criança eu sonho em ser escritora. Daí cheguei aos vinte-e-poucos anos e descobri que SOU escritora (de meia-tigela, mas não se pode ganhar todas, né?), mas simplesmente é risível a idéia de fazer dinheiro disso. New objective added: conseguir dinheiro antes de ter prazer.
Foi em Call of Duty que aprendi isso. O objetivo final é sempre chutar a bunda dos inimigos, mas conforme a história vai se desdobrando, os objetivos específicos tornam-se muito mais importantes que o todo.
Aliás, qual o seu objetivo final? Para mim…
5. A diversão é SEMPRE o objetivo derradeiro.

Por mais que eu passe raiva, morra 23561 vezes, quebre joystick e xingue a mãe dos criadores de quenga pra baixo, sempre jogo com o intuito de me divertir. Eu sou meio neurótica, e alguns jogos encaro como obrigatórios de serem zerados, mas até esses me dão prazer. Cada passo rumo ao final é uma confirmação da minha perseverança e habilidade, e se um dia eu deixar de curtir pra valer, deixo de lado pra nunca mais jogar. Assim é a minha vida hedonista: eu sifodo mas sidivirto. Não é mesmo essa a principal mensagem dos inúmeros livros de auto-ajuda largados por aí? Deve ser por causa daquela velha e batida mensagem de que…
6. Vida ilimitada só no videogame MESMO.
“What if there was a game with literally only one life? Where every action was meaningful and the consequences real? A game where the real skill was not in learning the controls but in being able to overcome one’s own fears and doubts when the moment of truth arrived. Like the pro footballer walking to the penalty spot in the World Cup Final, agonising over exactly the same question, I wanted to make a game which asks, ‘do I have what it takes when it matters most?’”
(tradução livre: “E se houvesse um jogo com, literalmente, uma vida? Onde cada ação fosse significativa e tivesse conseqüências reais? Um jogo onde a verdadeira habilidade não fosse aprender os controles, mas sim ser capaz de superar os medos e dúvidas quando se encara o momento da verdade. Como os jogadores profissionais de futebol na linha de pênalti na final da Copa do Mundo, agonizando sobre a mesma questão, eu quis fazer um jogo que pergunta ‘eu tenho o que é necessário quando é mais importante?’”. Citação de Anthony Dempsey, criador do Permadeath que li aqui.)
Por isso não me envergonho de dizer que não é possível ganhar todas. Não é possível ser o Kratos ou o Chuck Norris em todas as situações da vida real. Se acovardar não é feio, pelo contrário, tem vezes que é necessário o…

7. Sebo nas canelas em nome da sobrevivência.

Fiquei CRAQUE nessa técnica jogando Silent Hill. Às vezes, eu tinha dois carretéis de linha, um hamster manco, um copo descartável e uma energy drink para enfrentar vinte e sete monstros de cinco braços e doze pernas cada um. Aí, colega, não tinha santo que me convencesse desse papo de Xena, não. Tem horas que a fase te vence, e o melhor a se fazer é fugir. Pelo menos por um tempo, pelo menos até o timing estar a barlavento. Uma coisa é ser valente, outra completamente diferente é ser estúpido.
Eu adoraria aprender mais lições em consoles mais sofisticados, porém meu acesso a Xboxes e PS3s é extremamente limitado. Como puderam notar, minha experiência maior é com PS2, e isso se dá ao único e infeliz fato de que AINDA não tive condições de dar um level up no financeiro. E nem me venham falar mimimi, então joga menos videogame e trabalha mais porque sou professora (aka “sofressora”, como diz meu cardiologista) e trabalho é que não me falta, infelizmente.
Se você tiver um GameFAQ pra passar DESSA fase, eu agradeço.


(Link do post - > http://sernerdesexy.com.br/7-coisas-que-aprendi-jogando-videogame )


E agora alguns gráficos que eu achei lá no Chongas! (www.chongas.com.br)



É isso aí!
Semana que vem post especial do jogo "Dynasty Warriors"!!!
Não percam!

Até mais!!

@Kirilko

Um comentário:

Bruna ^^ disse...

Adoro esse graficos divertidos!! Me divirto quando encontro uns perdidos pelo tumblr =P